CCeG Conectando Pessoas e Resultados 2018-06-18T13:09:28Z http://cceg.com.br/feed/atom/ WordPress luciana <![CDATA[Administração de Conflitos é tema de palestra]]> http://cceg.com.br/?p=2152 2018-03-27T01:40:34Z 2017-11-14T15:54:23Z A Unimed Caçador realizou, no final da tarde do dia 10 de novembro, mais um momento de capacitação aos colaboradores da Sede Administrativa e do Centro de Diagnóstico Unimed, com a facilitadora Inovette da Nova Cardozo , psicóloga com especialização Psicologia Organizacional e do Trabalho, da empresa CCeG – Conectando Pessoas e Resultados.

O encontro provocou uma análise aos participantes de como lidar eficazmente com conflitos, sendo mais produtivo e positivo mediante as mudanças e relações de um modo geral. “O conflito improdutivo se dá nas relações e como lidar com as diferenças, verdades e necessidades é um desafio. Precisamos de empatia no ambiente de trabalho e ter maturidade nas atitudes”, alerta Ivonette, complementando que “é preciso ter ciência que a atividade de cada um impacta no resultado do todo da empresa”.

Para lidar com conflitos é necessário que a pessoa saiba se expressar e não se encolham. “Pessoas que não tem este controle não permanecem por muito tempo no mesmo ambiente, por isso é necessário se reconhecer, respeitar a si e ao outro”, orienta a psicóloga. O melhor caminho é a conciliação e o esclarecimento. “Não dá para engavetar o conflito, porque a situação não condiz com a organização. Por isso é preciso promover o esclarecimento entre os envolvidos, e fazer com que cada um olhe a si mesmo”, encerra.

Texto: Karla Liosa – Unimed Caçador

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luciana <![CDATA[Mágica e Progressividade no desenvolvimento Humanos e Organizacional]]> http://cceg.com.br/?p=2146 2018-03-27T00:14:34Z 2017-10-19T15:55:09Z
Nosso momento atual é marcado pela cultura do imediatismo. Estamos continuamente focados em ter tudo para hoje. O instantâneo, real time e o anseio pelo “tudo ao mesmo tempo e agora”, nos atrai e mobiliza uma urgência sem precedentes.

Não conseguimos esperar por nada. Enviamos uma mensagem, querendo uma resposta imediata, quem recebe a mensagem, quer fazer tudo ao mesmo tempo: responder, ler os noticiários e continuar trabalhando normalmente.

Estamos tão envolvidos nessa cultura, que automaticamente o imediatismo influencia de nossa forma de sentir, pensar e agir, de tal forma que nos sentimos impelidos a dar conta de tudo agora. Esse impulso compromete nossa capacidade de planejar e priorizar, influenciando nossas escolhas no presente. Somos seduzidos por tratamentos milagrosos, soluções express e produtos inovadores que prometem resultados excepcionais instantaneamente.

O tempo deixou de ser um conceito linear para se tornar um “instante prolongado”. Estamos nos tornando escravos do presente imediato e, curiosamente, ao mesmo tempo em que queremos tudo para o presente, esquecemos que ele existe e somos movidos pela ansiedade. Especialmente pela ansiedade do que está por vir, pelo que ainda não conquistamos.

Minha experiência com desenvolvimento humano e organizacional me faz perceber que essa cultura do imediatismo vem tomando conta das iniciativas de desenvolvimento. Seja no desenvolvimento pessoal ou organizacional, ficamos angustiados para promover mudança nos comportamentos imediatamente.

É comum perceber que tanto pessoas quanto empresas adiam seus investimentos em desenvolvimento durante muito tempo, priorizando outras necessidades, até não darem mais conta de lidar com conflitos internos e externos. Os desgastes diários expõe tão claramente a necessidade de se conhecer e desenvolver que vamos à busca de ajuda de todos os lados, para dar conta na inércia acumulada em meses ou anos.

Bom, mas esse movimento não é positivo?

Seria sim, muito positivo. Não fosse nossa busca por resultados mágicos!

Queremos fazer um curso de um dia e mudar o comportamento de uma vida. Fazer um mês de terapia e resolver traumas de infância, completar três sessões de coaching e muscular novos comportamentos. Esquecemos que a progressividade nos possibilita ir experimentando novas atitudes para integrar e gerar comportamentos sustentáveis. Iludimo-nos com a possibilidade de gerar mudanças organizacionais com uma sequência rápida de treinamentos encaixotados. Capacitar um nível funcional apenas e promover resultados em toda empresa.

Penso que tais expectativas se assemelham ao desejo de fazer somente uma aula de inglês e já sair bilíngue. Definitivamente, parafraseando o caçador de enigmas – Padre Quevedo (https://pt.wikipedia.org/wiki/Padre_Quevedo) “Isso non ecziste!”.

O desenvolvimento se sustenta na progressividade e continuidade. Não há mágica!

Muitas empresas investem generosas quantias em ações de treinamento, sem conexão com a estratégia, sem considerar todos os níveis funcionais e sem analisar sistemicamente as necessidades e os resultados que pretendem alcançar. Assim como as organizações, muitas pessoas também invertem em iniciativas que não tem continuidade e por não gerar os resultados no tempo esperado, são abandonadas, confirmando a crença que ‘não tem jeito’, não há porque gastar com desenvolvimento, é ‘perda de tempo’!

Evoluímos como pessoa e como organização, à medida que investimos em formas distintas de desenvolvimento continuamente, aprendendo com nossos erros, com os experimentos, com leituras, cursos, programas estruturados e também com as trocas. Crescemos à medida que compartilhamos formas diferentes de fazer, de agir, de nos relacionar. Ninguém se desenvolve sozinho!

 

Simone de Andrade Klober, sócia e consultora da CCeG, Mestre em Gestão Estratégica das Organizações pela ESAG – UDESC,  graduada em Psicologia pela ACE\SC,  Especialista em Recursos Humanos pela FGV,  Formação em Dinâmica dos Grupos pela SBDG,  Formação em BPM – Gestão de Processos de Negócio – Aura Portal – Espanha. Idealizadora do projeto www.analisetransacional.com 

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luciana <![CDATA[Líder de líderes]]> http://cceg.com.br/?p=2118 2018-03-27T00:12:12Z 2017-06-02T02:00:30Z Acredito que um bom líder desenvolve suas habilidades sustentando-se em três pilares: ser líder de si mesmo, ser líder de equipes e ser líder do negócio onde está inserido. Isso é algo que aprendi tanto pela intuição quanto pela teoria e prática.

Ser líder de si mesmo significa aprofundar-se em autoconhecimento, na inteligência emocional e na consciência sobre as responsabilidades do seu papel profissional. Já, liderar equipes, além disso, compreende desenvolver, sobretudo, habilidades de comunicação, e não estou falando aqui de técnicas de oratória ou redação. É preciso comunicar-se de verdade, intra e interpessoalmente, saber que sua mensagem é clara tanto para si quanto para os outros e ter a capacidade de escuta interessada no que seus interlocutores tem a dizer. E completando a tríade, ser líder de negócio significa ter foco no planejamento e execução dos processos sob sua responsabilidade sem perder de vista como eles se conectam com a organização e com a sociedade como um todo. Estes pilares têm sustentado todos os  programas de desenvolvimento de lideranças que tenho conduzido ao longo de minha trajetória profissional como coach e facilitadora de grupos de desenvolvimento. Esta experiência possibilitou a observação de que há algo mais, algo que venho observando nas organizações e que na prática parece ser algo desafiador e que faz muita diferença.

Recentemente, lendo o livro Liderando pela Essência de Jaime Moggi, me deparei com ideias muito semelhantes, que ampliam meu entendimento sobre o assunto e confirmam algo que ando intuindo há algum tempo.
Moggi fala de uma dimensão mais complexa, que vai além do liderar a si, equipes e negócio. Mais complexo pois nos convida a deslocar o foco das habilidades de liderança (planejar, executar, delegar, ser autoridade, etc.), “arroz com feijão” dos programas de desenvolvimento de liderança, para algo que é tudo isso ao mesmo tempo e mais: a habilidade de dissolver fronteiras e inspirar!

(Que tal ler também: Coaching Executivo para Desenvolvimento da Liderança)

Costumo observar essa habilidade nos que se colocam à frente do negócio, sempre visionários e capazes de compartilhar e inspirar em todos uma visão comum. De alguma forma esses líderes são capazes de utilizar toda a sua bagagem de conhecimento teórico/técnico/prático como um referencial para ampliação de possibilidades de relacionamento que se, não acabam com as hierarquias rígidas e organogramas quadrados, ao menos abre espaço para questionamentos, ideias, sugestões e inovação. E mais. Longe de buscar clones de si mesmo, esses líderes criam espaços para o exercício da autonomia e da espontaneidade condições básicas para que toda pessoa seja um ser humano pleno e realizado.

E quando um líder sustenta a crença de que só há um caminho para o alcance dos objetivos estratégicos, -“com pessoas!”, valorizando e reconhecendo o papel de cada um, desenvolvendo relações interpessoais e criando sinergia entre os diferentes níveis de responsabilidades, demonstra que este líder conecta pessoas e resultados!

Ivonette da Nova Cardozo (ivonette@cceg.com.br)
Executive Coaching e Mentoring para Liderança pelo Institute of Leadership and Management e Crescere Persona. Membro Certificada da UNAT-Brasil, formação em Análise Transacional. Psicóloga com especialização em Psicologia Organizacional e do Trabalho. MBA em Gestão Estratégica de Pessoas pela FGV. Formação em Coordenação e Desenvolvimento de Grupos pela SBDG – Sociedade Brasileira em Dinâmica de Grupos. Formação em Biográfico Introdutório, com base Antroposófica pela Associação Sagres. Sócia CCeG

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luciana <![CDATA[Ocupar, não preocupar]]> http://cceg.com.br/?p=2113 2018-03-27T00:15:51Z 2017-04-12T17:49:14Z Será que minha proposta será aceita? E se houver cortes na empresa, como eu ficarei? Como vou viver sem minha mãe por perto, quando ela se for? E se eu não der conta? Será que aconteceu alguma coisa, pois ele não chegou até agora…

Perturbações como essas muitas vezes populam nossas mentes quando estamos preocupados, nos roubando a energia, o sono e a paz. Além de nos conduzir a um universo de pensamentos infrutíferos e negativos a preocupação paralisa nossas ações e nos impede de enxergar a realidade como ela é. Acabamos criando cenários complexos e possibilidades assustadoras, resultando em medo e ansiedade desassossegando nossos corações.

A palavra ‘pre·o·cu·pa·ção’ de acordo com o dicionário Priberam, origina do latim praeoccupatio-onis – ocupação prévia. Refere-se ao estado de espírito ocupado por uma ideia fixa a ponto de não prestar atenção em nada mais, envolve inquietação, desassossego e pressentimento triste. A palavra preocupação em inglês (worry) tem origem anglo-saxônica e significa Estrangular ou Sufocar, que é exatamente a sensação que muitas pessoas afirmam ter quando estão preocupadas.

Comparada à aceleração do motor de um carro em ponto morto, a preocupação queima energia (combustível), produz ruídos e libera fumaça que pode nos sufocar e intoxicar, mas nos mantém inertes, e não nos leva a lugar nenhum. Leia na íntegra em: http://www.rhthink.com.br/ocupar-se-para-nao-preocupar-se/

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luciana <![CDATA[Trabalho ou tempo livre?]]> http://cceg.com.br/?p=1326 2018-03-27T00:25:28Z 2017-02-01T12:11:09Z O que é mais importante para você, trabalhar ou ter mais tempo livre? Um dos objetivos da Análise Transacional é promover a espontaneidade e autonomia das pessoas.

Para a AT, autonomia, significa escolher, de forma consciente ser feliz. Simples? Sim, mas nem sempre o mais simples é o mais fácil. Motivada por essa questão, nossa consultora Simone Klober acaba de publicar mais um texto no RHThink onde fala sobre a importância de organizarmos nossos tempo e como podemos fazê-lo de forma mais produtiva e prazerosa.

Ficou curioso? Então leia mais aqui e encha seu tempo com mais vida, seja no trabalho ou em qualquer lugar!

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luciana <![CDATA[AT e Produtividade]]> http://cceg.com.br/?p=1319 2018-03-27T00:22:11Z 2017-01-25T10:50:10Z Nossa consultora Simone acaba de publicar um artigo sobre Análise Transacional no site RHThink. A motivação para escrever o artigo veio de uma pergunta muito frequente de nossos clientes: “Como a AT pode nos ajudar a melhorar a produtividade e fazer com que as pessoas contribuam mais para o resultado da nossa empresa?”
Se essa é uma pergunta que você já se fez o convidamos a ler o artigo em http://www.rhthink.com.br/produtividade-at/. E se ainda não tinha pensado nisso, think! Aproveite para dar uma volta pelo site que está recheado de artigos interessantes.

Boa leitura
Equipe CCeG

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luciana <![CDATA[Leveza o º]]> http://cceg.com.br/?p=1167 2018-03-27T01:43:24Z 2016-05-05T13:45:34Z Leveza é a qualidade de tudo o que se movimenta com desembaraço, fácil de levar, simples. Mas não menos consistente por isso.

A CCeG ficou assim.

Aderimos a um modelo mais atual de Escritório Virtual que nos permitirá mais flexibilidade e estar ainda mais próximos de nossos clientes.

E agora? Onde posso tomar um café com vocês?
Em qualquer lugar! Mais leves e soltos, queremos ir até onde você estiver.
Se preferir, nosso Escritório Virtual também tem um endereço real: Rua Dr. João Colin, 1285 Sala 03 – Joinville – CEP 89.204-001
Nossas correspondências também poderão ser enviadas para esse endereço.
 
E se eu quiser falar com vocês por telefone? Ainda é o mesmo número?
Sim. Pode ligar no 3422-1550. Uma recepcionista irá atendê-lo e nos passará o recado por e-mail imediatamente. Retornaremos o mais breve possível.
 
E se eu não puder esperar o retorno de vocês?
Basta nos acionar por celular ou whatsapp:
Greice: (47) 9138 1582
Ivonette: (47) 8835 1160
Kyochi: (47) 9145 6529
Luciana: (47) 9127 3476
Simone: (47) 9172 3940
 
E se eu quiser ter uma conversa mais demorada?
Pode nos chamar no skype
Greice: greice.cceg
Ivonette: ivonette.cceg
Kyochi: kyochi.cceg
Luciana: luciana.cceg
Simone: simone.klober


Basta-me um pequeno gesto,

feito de longe e de leve,

para que venhas comigo

e eu para sempre te leve…

(Cecília Meireles)

Equipe CCeG

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luciana <![CDATA[Webinar: GP x $]]> http://cceg.com.br/?p=1116 2018-03-27T01:44:19Z 2016-03-23T13:08:22Z Afinal, quem habita o planeta Re$ultado? Potencial e desempenho jamais formarão uma equação, mas o equilíbrio entre eles é que irá garantir mais ou menos dinheiro na última linha do balanço.
Clique aqui e assista.

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luciana <![CDATA[Museu de Espelhos]]> http://cceg.com.br/?p=1098 2018-03-27T00:34:16Z 2016-03-16T19:59:35Z

Navegar pelo Museu da Pessoa e como navegar num Museu de Espelhos.

A internet no Brasil se desenvolveu junto ao meio acadêmico em meados dos anos 90. Em maio de 1995 a internet deixou de ser privilégio das universidades e da iniciativa privada para se tornar de acesso público. O Museu da Pessoa é um museu virtual fundado em São Paulo no ano de 1991. Literalmente um museu virtual a frente do seu tempo.

E não é só nisso que se manifesta seu caráter inovador. Desde sua origem, tem como objetivo registrar, preservar e transformar em informação, histórias de vida de toda e qualquer pessoa da sociedade. O princípio do Museu da pessoa é acreditar que a história de todos tem valor, e se tem valor, deve ser transformada em conhecimento. São mais de 17 mil depoimentos em áudio, vídeo e texto e cerca de 60 mil fotos e documentos digitalizados sobre as histórias de pessoas como eu e você, histórias (aparentemente) comuns, mas em comum.

Em 22 anos de história, o Museu da Pessoa inspirou a construção de três museus fora do Brasil (Portugal, Canadá e Estados Unidos) e desenvolveu uma técnica, A Tecnologia Social da Memória, que tem sua base nas técnicas de história oral. Essa tecnologia, ajuda comunidades, organizações da sociedade civil e empresas  a construírem, organizarem e socializarem suas histórias, valorizando as experiências e os saberes das pessoas.

Sugerimos iniciar a visita com uma busca por palavra chave para se maravilhar com as infinitas possibilidades do ser humano. Ou navegue pelas histórias de uma coleção, histórias com temas em comuns, mas com caminhares tão distintos que chegam a causar espanto. Sinta empatia, repulsa, tristeza, alegria e de quebra aprenda a livrar-se de preconceitos e abrir-se para a aceitação do ser humano. A história de cada um contribuí para a história do mundo assim como nossa história se constrói pela história de cada um.

Seja humano. Comum, mas em comum, espelho de todos nós.

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luciana <![CDATA[Curso AT-101 Jlle]]> http://cceg.com.br/?p=1076 2018-03-27T00:37:55Z 2016-02-18T19:30:59Z

A Análise Transacional é uma teoria positiva, de confiança no potencial do ser humano e se baseia fundamentalmente nos princípios filosóficos de autonomia, consciência, espontaneidade e intimidade.

É uma ferramenta eficaz para intervenções efetivas, aonde o participante poderá perceber suas reações emocionais e das pessoas ao seu redor, conhecer outra forma para entender os conflitos, e principalmente rever seus posicionamentos pessoais e abrir espaço para novas possibilidades.
Quem poderá se beneficiar do curso:
Líderes, profissionais de RH, Educadores e todas as pessoas que procuram melhorar resultados e produtividade por meio das suas relações com as pessoas. É pré-requisito para fazer o Curso de Especialização “202”.
Certificado – Este curso é credenciado e certificado pela UNAT-BRASIL  (União Nacional de Analistas Transacionais do Brasil)

Data: 01 e 02/04/2016 

Carga Horária: 12 horas

Investimento: R$430,00

Facilitadoras:

Ivonette da Nova Cardozo
Membro Certificado na  área Organizacional em Análise Transacional pela UNAT. Graduada em Psicologia com especialização em Psicologia Organizacional e do Trabalho pela ACE, MBA em Gestão Estratégica de Pessoas pela FGV. Formação em Dinâmica dos Grupos pela SBDG. Formação em  Coaching Executivo e Mentoring para Liderança pelo Institute of Leadership and Management de Londres.

Simone de Andrade Klober
Membro Certificado na  área Organizacional em Análise Transacional pela UNAT. Graduada em Psicologia pela ACE\SC. Mestre em Gestão Estratégica das Organizações pela ESAG – UDESC. Especialista em Recursos Humanos pela FGV. Formação em Dinâmica dos Grupos pela SBDG. Formação em BPM – Gestão de Processos de Negócio – Aura Portal da Espanha .

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